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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O que Esperar de 2011 - III

Pois bem, roqueiros leitores,
ainda em clima de Micareta in Rio... Ops! Pseudo Rock in Rio, que além do Motörhead, liderado pelo lendário Lemmy, dentre poucos, não tivemos nada de interessante.

Mas isso já foi bastante debatido e discutido por todo o canto.

Vejamos o que teremos de agora até o fim do ano:

Pra começar, um senhor que volta ao Brasil depois de 11 anos: Eric Clapton! Em turnê que começou ontem na capital gaúcha, fará show ainda dias 09 e 10 no Rio, e dia 12 em São Paulo. E a equipe do Zanota.org fará toda a cobertura do primeiro show da capital fluminense.

Aguardem a postagem!

Em 05 de novembro teremos mais uma edição do Planeta Terra Festival. Com ingressos esgotados desde o mês de junho, nos resta assistir pelo site do Terra aos shows de gente como: Interpol, Nação Zumbi, Groove Armada, Criolo, Garotas Suecas, White Lies, The Strokes, dentre outros.

Ainda em novembro, no fim de semana seguinte, teremos a segunda edição do Festival SWU, que está recheada de ótimas atrações, e será realizado na cidade de Paulínia.

Teremos grandes medalhões, como: Lynyrd Skynyrd, Peter Gabriel & The New Blood Orchestra, Alice in Chains, Chris Cornell, Duran Duran e Faith no More.

Mais detalhes sobre o festival, todas as atrações e valores de ingressos aqui.

A vontade de ir está enorme!

Fora que antes disso tudo, dias 03 e 04 de novembro, teremos Eddie Vedder com o Pearl Jam no Estádio do Morumbi, dia 06 na Apoteose. De lá embarcam para Curitiba, onde tocam dia 09, finalizando na capital gaúcha, no dia 11.

Pois é, haja trocados na carteira para acompanhar isso tudo.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Rock pela Vida


Atenção beatlemaníacos leitores.

Esta é para anotar na agenda: Domingo, 27 de junho, às 16:30h, durante o jogo Argentina X México pelas oitavas-de-final, o show de Paul McCartney, no festival Hard Rock Calling, terá transmissão pelo YouTube.

O festival, que faz parte da campanha Born HIV Free, que trata de crianças que nascem com o vírus da AIDS, tem ainda como embaixadora Carla Bruni.

O festival será no já antológico Hyde Park, e tem início na sexta, 25, e tem ainda como atrações: Ben Harper, Pearl Jam, Stevie Wonder, Jamiroquai, Crosby, Stills & Nash e Elvis Costello, entre outros.

Chato morar num local desses, não?

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

A Paz é Verde


Olá, leitores do Blog do Zanota!

Em épocas de conscientização ambiental, pedidos de paz, nada melhor do que unir isso tudo à boa música, certo?

Pois então, para hoje temos uma mega notícia para todos os amantes da boa música.

O site de transmissão de shows Billboardlive anunciou o que será o primeiro do que virá a ser um festival anual, a ser realizado em 17 de abril, denominado Show of Peace Concert.

E mais: será um evento televisionado (resta saber se nós teremos a oportunidade de assistir).

O concerto, que terá a participação do mago Jimmy Page, entre outros nomes da música, como: Prince, Green Day, Mariah Carey, Coldplay e Aerosmith (se Steven Tyler estiver recuperado do recente acidente, é claro). Dia 13 de janeiro será realizada uma conferência para a imprensa em Pequim para anunciar mais artistas.

Claro que toda a Equipe do Blog do Zanota estará acompanhando!

Estão sendo aguardados 100 mil expectadores para o concerto, que será realizado no Ninho do Pássaro, em Pequim. Isso mesmo, musicados leitores. Exatamente onde foram realizados os últimos jogos olímpicos.

O evento, que marca o 30º aniversário do acordo de intercâmbio cultural entre os Estados Unidos e a China está sendo tratado como "A paz é verde, ou seja, uma maneira de promover a paz não apenas entre os povos, mas também com o nosso planeta", disse Nick Garson, que está produzindo o show e foi co-produtor de outros concertos, como o Live 8 e o Live Earth.

Garson está criando o Show of Peace Foundation, que está sendo formado por experts em meio ambiente e pacificadores. Tal organização distribuirá os fundos arrecadados do concerto e de outras atividades desenvolvidas por eles.

O site do concerto está sendo organizado e com updates regulares sobre o evento. Podemos verificar notícias e quem mais está envolvido no evento.

Agora é torcer pelo meio ambiente e para que a transmissão chegue até nós!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

O que Esperar de 2009 - IV

Podem acreditar,
está confirmado para o Planeta Terra a banda nova-iorquina ícone do rock independente dos anos 80, e 90 também, por que não... Sonic Youth!!!

Festival que ano passado trouxe outro ícone, o The Jesus & Mary Chain e Breeders, agora traz a banda de Thurston Moore e Kim Gordon ao PlayCenter (é, lá mesmo, onde provavelmente você foi com Tio Evandro, Tia Penha, ou Tia Zirinha quando criança).

O festival traz também Primal Scream, sucesso no início dos anos 90, The Ting Tings e o duo N.A.S.A., formado pelo norte-americano Sam Spiegel (ou Squeak E. Clean, irmão do cultuado cineasta Spike Jonze), e pelo paulistano Zé Gonzales, que já fez parte do Planet Hemp.

Também marcam presença o DJ e produtor francês Etienne de Crecy; a banda de indie rock inglesa Maximo Park, o grupo Metronomy, e a nova banda da brasileira Monique Maion, batizada de EX!.

Confesso a você, rockeiro leitor, que conheço apenas o Sonic Youth e o Primal Scream, acho que nem precisa de mais nada, e que se eu pudesse, não perderia de forma alguma este festival.

Até mesmo pelo valor do ingresso: R$140,00 a inteira e, consequentemente, R$ 70,00 a meia.

Quanto ao SY, você pode ler aqui de primeira mão sobre o novo single, lançado em abril, e certamente a banda apresentará muita coisa do trabalho novo, que ficou excelente.

Aos felizardos que forem: Bom Show!

Keep on Rockin'.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O que Esperar de 2009 - III

Pois é, caros leitores,
mais uma da série de shows que estão para aportar em terra tupiniquim.

Muita coisa boa!

Blue Man Group
O grupo dos carecas azuis que unem música, teatro, vídeo, pintura e circo estarão com a turnê “Megastar World Tour”.

São Paulo: 2 a 6 de setembro e 8 a 13 de setembro
Credicard Hall
www.credicardhall.com.br

Rio de Janeiro: 16 a 20 de setembro
Citibank Hall
www.citibankhall.com.br

Pet Shop Boys
Parecem ter gostado de tocar no Brasil. Mal tocaram por aqui e já anunciaram no site oficial a volta!

Belo Horizonte: 9 de outubro.
Chevrolet Hall.

Brasília: 11 de outubro, em plena Festa da Polenta.
Marina Hall.

São Paulo: 13 de outubro.
Credicard Hall.

Rio de Janeiro: 14 do mesmo mês, no Citibank Hall.

The Killers
A surpreendente banda norte-americana dará as caras por aqui nas seguintes datas:

São Paulo: 21 de novembro.
Chácara do Jockey.

Rio de Janeiro: 24 de novembro.
HSBC Arena.

A grande surpresa do ano provavelmente está no Maquinaria Festival.

Com várias ressurreições, o evento que ocorre dias 7 e 8 de novembro na Chácara do Jockey, em São Paulo teremos Deftones, pasmem... Parece que Perry Farell reuniu novamente o Jane´s Addiction e... Pasmem mais ainda... Faith No More!!!!!

Inclusive há ingressos sendo vendidos em terras capixabas para o festival.

E antes disso, caros leitores, o Faith No More confirmou hoje mais shows para cá.

Rio de Janeiro: 5 de novembro.
CitIbank Hall.

Porto Alegre: 3 de novembro.
Festival Pepsi on Stage.

AC/DC
É isso mesmo, eletrizados leitores.

Bem, é verdade que ainda são boatos. Mas é bom ficarmos ligados, provávelmente final de novembro a de 06 de dezembro, em local ainda não definido.

Let there be rock!

domingo, 19 de julho de 2009

All That Jazz


Caríssimos leitores,
com um tanto de atraso devido a problemas técnicos do computador principal da Equipe do Blog do Zanota, só estamos conseguindo escrever sobre este incrível evento agora.

Enfim, após três anos de tentativas frustradas consegui participar, mesmo que como mero espectador, do Festival de Jazz e Blues de Rio das Ostras.

Devido a proximidade, estando em Macaé, surge a indagação: "Por que não esticar até lá?"

Confesso ter ficado surpreso.

Sempre tive grandes expectativas sobre o festival, e, meu medo era de que, de tão grande que eram, não serem atingidas. Mas na verdade elas foram superadas.

Não só pelas bandas que se apresentaram.

O clima da cidade é incrível. Boa música reinando o tempo todo.

Nem mesmo a forte chuva que veio repentina durante a noite de sexta-feira e ao longo de todo o sábado conseguiu estragar a beleza e harmonia do festival.

A única coisa a lamentar foi não ter participado de todos os dias deste brilhante evento destinado à boa música.

All That Jazz - 11/06/2009

Após a chegada, uma reconhecida pelo terreno.

Uma volta pela orla, o píer, a Praça da Baleia.

Final da tarde e primeira surpresa. Show de uma das bandas mais esperadas por este que vos escreve: Rudder.

Começando pelo cenário: o palco armado ao fim da praia sobre uma pedra. Nunca vi nada igual. Se a maré enchesse mais um pouco estaríamos todos nadando durante o show.

Voltando ao que nos interessa: quarteto de Nova Iorque que faz um som bem fusion, com umas pitadas de progressivo e com incríveis efeitos para o os teclados e sax. Além de uma batida muito forte da bateria, que diga-se de passagem, foi o instrumento que tomou conta do festival. Se Galvão Bueno estivesse por essas bandas, provavelmente diria: "Foi o festival dos bateristas".

Fim da apresentação, foi apenas o tempo de pegar uma das vans da cidade e tomar banho para a programação noturna.

Pequeno atraso. Bom que deu para chegar a tempo da correria entre um show e outro.

Início da noite com o gaitista já razoavelmente conhecido em terras capixabas: Jefferson Gonçalves, que volta e meia toca por essas bandas.

Grande show da noite.

Momentos marcantes do show: pouco depois do início a tal repentina e inesperada forte chuva que veio com tudo pra cima de todos. Após um tempo, foi enfraquecendo e o público voltou a se aproximar do palco.

Ainda bem, pois foi a tempo de poder assistir de perto Jefferson Gonçalves chamar ao palco Michel "Pipoquinha", provavelmente um dos grandes nomes futuramente da música brasileira. Com apenas 13 anos de idade, o pequeno cearense já toca como gente grande, ou melhor do que alguns, até. Tudo isso escondido atrás do baixo. Chegou a fazer um grande grande dueto com a gaita e chamar o guitarrista da banda para um duelo, além de improvisar muito bem e usar técnicas de slap. Mereceu todos os aplausos.

Além de executar a imitação da passagem de um trem com extremo virtuosismo, o que nos dá a impressão de às vezes haver duas ou até três gaitas simultaneamente, ele fez um pequeno tributo ao que ele atribui sua vontade inicial de tocar música: Bob Dylan e sua All Along The Watchtower.

Com o céu enfim completamente estiado foi a vez do quinteto Pau Brasil, provavelmente uma das poucas atrações que tocavam jazz de verdade, no sentido real da palavra.

E, para fechar a noite, uma outra grande atração do festival: Jason Miles apresentando um tributo ao mestre trompetista Miles Davis: Miles to Miles.

All That Jazz - 12/06/2009

Após uma noite em que os bons sons reinaram, mais um dia começa, e com grandes expectativas, afinal, teríamos The Bad Plus com participação de Wendy Lewis.

Eu já conhecia a banda via You Tube. Achei interessante a proposta deles. Uma nova roupagem jazzística de clássicos, como: Tom Sawyer, Comfortably Numb, Paranoid, When the Levee Breaks, Smells Like Teen Spirit.

Tudo isso, entre outros aos quais assisti, eram apenas com instrumental. A participação de Wendy Lewis era justamente para dar voz às versões da banda. Segunda consta em entrevista lida pela Internet afora, o vocal seria algo bem destoante.

Confirmamos isto nas apresentações.

Bem, na verdade não consegui assistir na íntegra, pois ao sair do almoço, um tanto quanto distante da Lagoa, começou a cair uma chuva (que viria a se prolongar durante todo o dia), que nos fez com que ficássemos abrigados em um quiosque da praia.

Chegamos a tempo de assistir a três músicas ainda. Tudo bem, haveria uma outra apresentação no dia seguinte.

De lá para a Praia da Tartaruga, pois haveria outra apresentação de Jason Miles. Isto é, se a chuva permitir, pois ela voltou e com mais força.

Confesso ter chegado a rolar um desânimo para assistir ao show.

Com um grande guarda-sol de plástico quebrado, decidimos encarar e garantir um bom lugar próximo ao palco.

Aí começam as dúvidas: "Qual seria a melhor apresentação do Festival?" Esta do Jason Miles superou em muito a da noite anterior. Mais dançante, mais interativa. Ele agradeceu bastante ao público por estar lá mesmo naquela chuva. Provável motivo do show ter sido encurtado.

Um destaque para o baixista Jerry Brooks, que, diga-se de passagem, um comentário entreouvido durante o show: "Ele parece uma tarântula tocando", tamanha habilidade mostrada. E Miles disse que ele está solteiro e procura por uma namorada. E que o baterista deles, outro que parece um polvo tocando, tem uma relação bem estreita com o Brasil, por ser casado com uma brasileira.

Outro ponto a destacar deste tributo Miles to Miles foi a inovação mostrada com sintetizadores, o DJ e sua pickup de som com skratches.

Mais uma breve corrida para apenas uma troca de roupas, pois logo teríamos Rudder abrindo a noite. Perder? Nem pensar!

Não sei se por já estar um pouco mais familiarizado com o som, mas Rudder surpreendeu outra vez.

Uma apresentação menos experimental do que a da noite anterior. Mais rock 'n' roll, talvez. Um som mais cru e mais pesado. E tudo isso acompanhado pelo ritmo alucinante da bateria de Keith Carlock.

Grande apresentação. E veio a preparar o público para o que viria a ser a melhor noite do festival.

Em seguida tivemos o dinossauro canhoto Coco Montoya. Exímio guitarrista que já tocou no John Mayall´s & the Bluesbrakers (por onde já passou ninguém menos do que Eric Clapton), e também com Albert Collins na década de 80. E seu baterista com aparência de Harrison Ford que parecia um maníaco tocando.

Ou seja, muita bagagem de blues para a noite.

Simpático com o público, usou pouco da velocidade na guitarra e mais do sentimento, o feeling blueseiro, viajou da época dos Bluesbrakers até a lindíssima Good Days, Bad Days.

Realmente fica cada vez mais difícil identificar o melhor show, caros leitores. Eles se renovam.

Simplesmente perfeito.

E para encerrar a noite, após esta sensação de êxtase coletivo, sobe ao palco a Big Time Orchestra. Confesso ter ficado surpreso pela escolha, ainda mais numa noite em que havia um medalhão como o Coco Montoya.

Porém a empolgação e o ritmo frenético da banda não deixou a peteca cair. E também contou com uma participação que foi a sensação do festival: Michel Pipoquinha que foi novamente muito aplaudido e inclusive o baixista da banda foi "ameaçado" de perder o emprego.

Constituída por músicos competentes, quem contém em sua composição um naipe de metais dançarino, que soube divertir muito bem o público da noite. Com clássicos como: The Beatles, Creedence, Led Zeppelin, Stones, e até com uma surpreendente versão abrasileirada para Tu vuò fa L'americano, soube levar bem o show.

Banda tipicamente de formatura, fez uma boa e animada apresentação, porém longa, na modesta opinião desta equipe que vos escreve.

Ainda resta mais um grande dia pela frente.

All That Jazz - 13-14/06/2009

Após um dia e meio de muita água, enfim o sol deu as caras. Bem, nem precisava de sol. Só não chovendo durante os shows já está de muito bom agrado.

Chegando para o show da tarde na Lagoa do Iriry temos a segunda apresentação de Jefferson Gonçalves Blues Band, e como sempre, fantástico.

Mais uma vez nos presenteou com o som do trem. Apesar de desta vez não contar com a presença de Michel Pipoquinha, houve um garoto no palco com uma guitarra de brinquedo tirando a maior onda durante o show. Talvez já estivesse ensaiando para tocar futuramente em Rio das Ostras.

E aquela rotina: sai de um show, pega a van e vai pra outro.

E aquele final de tarde era de Coco Montoya. Chegamos a tempo de ver a passagem de som. Simpático como sempre e conseguiu fazer uma apresentação ainda melhor do que a da noite anterior.

Com maior proximidade do palco, pude constatar quel ele, mesmo sendo canhoto não inverte a posição das cordas. Apenas mais um detalhe de sua genialidade com o instrumento.

Carisma aumentou, conversou mais com a plateia, o seu show foi mais extendido. Chegou até quase 19h.

O show começou com problemas no som, é verdade, mas nada que atrapalhasse sua fantástica apresentação. Ainda mais com um visual daqueles.

Ele disse: "Considero-me abençoado de estar aqui."

Todos nós nos considerávamos.

Fim de apresentação e tivemos que correr, pois o público aumentou, por ser sábado e conseguir uma van para Costazul ficava mais difícil.

Foi a conta de um banho ligeiro, trocar de roupa e ir direto para o palco.

Chegando ao local, foi preciso sentar um pouco, pois acho que a idade não aguenta mais uma maratona dessas de shows, vários dias e o dia todo.

Foi sentado que assisti a apresentação do The Bad Plus com Wendy Lewis. Não sei se o show foi exatamente o mesmo, mas a sensação que tive foi que eles pareciam mais entrosados. A sensação foi de uma audição melhor. A banda parecia mais entrosada. O contrabaixo se sobressaiu mais, o que pareceu mais interessante, mais entoado.

Excelente show para início de noite.

Em seguida tivemos uma outra lenda viva do blues: John Hammond. É verdade, caros leitores. Ele também marcou presença neste festival.

Entretanto, esperava mais do show. Ele usou muito dos clássicos dos blues, mas mesmo assim, acabou ficando um pouco cansativo.

Enquanto isso, durante os intervalos de cada show chega um grupo que entrava com cara de emburrado na tenda. Era Marco Vital comandando a Dixie Square Jazz Band.

Eles chegavam sem cumprimentar ninguém. Carrancudos. Isso até começarem a tocar. Grupo constituído de metais, bandolim e Marco Vital com sua washboard, pratos e tudo mais que poderia fazer barulho pendurado.

Um show à parte.

E para encerrar a última noite do festival tivemos uma das grandes e mais esperadas atrações: Spyro Gyra. grande show, bem dançante. Usaram bem do seu estilo de fundir Jazz, R&B e uma boa pitada Pop.

Com início mais para dançar e usando a segunda metade do show para os clássicos da banda, incluindo Morning Dance, foi aí que , o baterista que fez questão de roubar para si o show, ou por que não dizer, o festival? Ele abusou do direito de fazer isso, com todo o carisma. Só estando lá para entender mesmo. Roubou todos os aplausos .

E no dia seguinte, na Lagoa do Iriry, após o último almoço durante o festival, assistiríamos a mais uma apresentação de John Hammond.

Esta sim, foi digna de um verdadeiro bluesman. Variando entre vários clássicos do blues, com mais energia, interação com o público. Um verdadeiro show. Superou em muito o da noite anterior, a ponto de alguns chamarem de o melhor show do festival.

Não pudemos assistir ao show de encerramento do festival: Spyro Gyra.

O fato foi: após a apresentação de John Hammond, todos ficaram extasiados, boquiabertos. Porém era hora de pegar o busão e voltar para a realidade e ter a certeza (ou pelo menos a vontade) de estar de volta em 2010, no ano da Copa do Mundo.